quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Tem dias que a noite é foda 2

Essa combinação de não conseguir dormir com não conseguir acordar não está me fazendo bem. Desde que tirei um siso, há exatas duas semanas, não consigo me sentir disposto, bem, em nenhum momento. Ou estou com uma dor lancinante no maxilar, que se alastra até o ouvido, ou estou com dor de cabeça. Ou ambos, como agora.

Ainda não consigo mastigar nem abrir a boca normalmente, o que me leva a evitar comer bifes ou mascar chicletes, dentre outros. É inegável que estou ampliando o que consigo comer a cada dia, mas dada a facilidade e rapidez com que me recuperei da retirada do outro siso, esperava uma recuperação mais abreviada.

Hoje fui ao mercado, e, como se isso só não fosse suficiente pra tornar o dia menos agradável, cruzei com uma ex-sogra lá. Eu sabia que ela tinha se mudado pras redondezas, e sabia que um encontro era inevitável. Felizmente, fingi que não a vi, empurrei o carrinho com vitalidade e continuei ouvindo Hell's Bells. E espero que ela não me tenha visto. Ô praga...

Desliguei o computador cedo, antes de 1h da manhã, e me deitei objetivando dormir rapidamente. Assisti a alguns episódios repetidos no Warner Channel antes de desligar a tv. E cá estou, deitado, com sono mas sem conseguir dormir, digitando no diminuto teclado do celular. Agora já passa das 3h, e tem um pernilongo invisível e inaudível fazendo a festa aqui.

Já desisti do analgésico, uma vez que tomar até a dose máxima raramente surte efeito.

Constatação de carência na madrugada: preciso de algo mais que um ombro amigo, preciso de uma companheira.

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