segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Life still goes on

Fim de semana agitado e triste. A partida, apesar de prenunciada, do pai de um grande amigo meu na manhã de sábado me fez ver que dou uma proporção exacerbada a fatos que não merecem tal destaque em minha vida, e isso acaba fazendo com que eu negligencie coisas mais importantes, faz com que eu não dê prioridade ao que realmente importa, a quem realmente merece meu tempo e atenção. Sei que agora o pai desse meu amigo está descansando em paz após um longo período de luta e sofrimento, e torço para que os familiares aceitem a tragicidade do percurso natural da vida e sigam vivendo com a mesma garra após breve porém necessário período de luto. E que saibam que podem contar com a minha ajuda para o que precisarem.
Com isso me peguei pensando sobre a única certeza que todos temos: a de que vamos morrer. Cedo ou tarde. Daqui dez minutos ou setenta anos. Mas vamos. Também pensei que em poucos meses completarei "um quarto de século" de vida, tempo mais do que suficiente para o surgimento de uma geração inteiramente nova. A junção dos dois assuntos não me agradou, mas não vou discorrer a esse respeito agora. Já é tarde, estou há mais de 40 horas acordado por tentar dar algum suporte ao meu amigo e família. Meu raciocínio já não é mais tão claro, e amanhã começa o período letivo na faculdade e preciso me recuperar.
Life still goes on...

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Insistência

Algumas coisas na vida a gente aprende só observando outras pessoas viverem; outras aprendemos vivendo nós mesmos. Mas as mais intrigantes são as coisas que a gente cansa de viver e tentar quando já sabemos que não darão os resultados desejados. Por que fazemos isso? Eu sei que não sou o único a insistir nos erros, afinal todos os dias eu vejo isso acontecer com outras pessoas. Nós temos consciência de que vai dar errado, de que vai nos fazer mal, de que vamos nos arrepender e ainda assim um impulso incontrolável nos faz persistir no erro.
Colocado dessa maneira isso parece tão óbvio, tão banal e idiota, mas quando estamos vivendo certas situações não agimos de forma racional. Why the hell do we do that? Nós não éramos os mais racionais dos animais? É, ultimamente tenho duvidado bastante disso.
Fevereiro, já. Mês do Carnaval, que esse ano espero passar bem longe de qualquer desfile ou “comemoração”, se possível num lugar meio deserto, calmo. Nem que seja Sampa, longe do Anhembi...