domingo, 29 de março de 2009

Insônia

Não agüento mais (eu ainda gosto do trema...). A insônia me persegue há mais de semana. Eu programo o despertador no celular e ele avisa que "faltam 5h para o alarme" e ainda assim acordo antes de ele tocar. Continuo deitado, na esperança de voltar a dormir, mas não consigo. Já virou rotina. Uma rotina cansativa e desagradável.
Eu tenho um strong feeling a respeito da causa dessa insônia. Mas tentar resolver a questão só iria me deixar pior, pelo menos por hora. Como dizem por aí, quando eu morrer vou ter tempo de sobra pra dormir...
Estou no meio das P1 na facu, e não estão sendo minhas melhores provas, certamente... espero que nessa semana eu me dê melhor. E o TCC não anda como deveria. Ou não anda at all...
E lá se vai mais um fim de semana que "podia ter sido e que não foi". Welcome to my life.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Bad mood

Eu tenho (mais) um sério problema: penso demais em algumas coisas. E acabo criando expectativas não compartilhadas por eventuais outras partes envolvidas.
Estou vivendo uma situação estranha, e meus sentimentos oscilam com uma rapidez assustadora. Hora quero um relacionamento profundo, sério; hora quero continuar como estamos, descompromissados. E, pra ajudar, de vez em quando me apego ao passado (eu sinto muita falta desse passado). Deixando este de lado (afinal, já foi assunto de muitas postagens aqui), a cada minuto eu tenho uma impressão distinta quanto aos sentimentos e quanto à real vontade dela. E, como um tolo que não aprende com o dia anterior, acabo me vendo incomodado por ela ter uma postura de quem está solteira. Ok, ela está solteira, afinal eu não tomei nenhuma atitude pra mudar isso. E não sei se vou, entre outros vários motivos pelo fato de que eu encaro a postura dela dessa forma, mas é possível que em alguns casos seja apenas a maneira normal de ela agir (em outros eu sei que não). Ela é extremamente carinhosa com os amigos, e isso me incomoda, sim, afinal com boa parte desses amigos existe um passado (não necessariamente distante). Fora que foi assim que começou o nosso "relacionamento", com uma grande amizade.
Eu não consigo explicar o porque de eu ter esse ciúme dela se nem minha namorada ela é. Mas eu tenho. Eu gostaria de ter "exclusividade", mas isso não faz parte do combinado (no strings attached era o acordo).
Eu nunca estive com alguém por tanto tempo e com tanto contato sem ter o tal do título de namorada (título que eu pareço levar mais a sério do que a maioria das pessoas, afinal, se não é pra ser sério, pra que namorar?), e estranho isso. A princípio parece uma ótima idéia essa de não haver laços, mas com o tempo você vai se apegando a pessoa, vai desejando estar com ela, vai desejando viver situações que só são possíveis com um compromisso. Mas esse mesmo compromisso me faria ficar ainda mais incomodado (juro que vou tentar parar de usar essa palavra!) com as situações acima citadas, sobre as quais eu jamais vou ter controle, afinal nem direito de opinar sobre isso eu tenho ou teria.
Algumas pessoas falariam que é pura insegurança, outras, possessividade. Talvez estejam parcialmente certas, mas eu acho que quando se gosta realmente de alguém com quem se está envolvido, a pessoa sente pelo menos um pouco de ciúmes.
E, por enquanto, vai ficando como está...
Nossa, revisando o post antes de publicar, vejo o quão patética é minha atitude. E constato que preciso urgentemente dormir.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Velho ranzinza, eu?

Algumas coisas me irritam. E muito.
Um texto mal escrito, por exemplo. Seja por ser confuso, pouco objetivo ou simplesmente por não respeitar nenhuma regra ortográfica e/ou gramatical. Não é irritante ter que reler um texto (ou um simples comentário em alguma foto no orkut) três vezes para tentar entender o que algum semi-analfabeto quis dizer, e muitas vezes ainda não ter certeza de ter entendido corretamente?
Ainda no campo de erros gramaticais, uma coisa que me deixa de muito mau humor é ouvir o incauto que anuncia ofertas através de um microfone dentro de uma loja, principalmente em supermercados. É impressionante a capacidade que essas pessoas têm de errar todas as concordâncias em número e grau. Aliás, este é o motivo de eu ter deixado de frequentar um supermercado próximo a minha casa, apesar da proximidade e da variedade que ele oferece. Só vou lá mesmo em último caso. Eu não sei como um gerente ou alguém que trabalhe lá e tenha um pouco mais de instrução não toma alguma atitude. Ou talvez seja alguma estratégia de marketing para... para... bom, não consigo encontrar uma explicação lógica.
Outra coisa que tem me deixado irritado ultimamente é ter que "fazer sala" ou fingir que gosto de alguém que eu não conheço, ou mesmo não gosto, só para não parecer rude. Eu vou ser sincero: eu tenho um número razoável de amigos, advindos principalmente da época do colégio e da faculdade. Longe de ser um número grande, afinal nunca fui dos mais extrovertidos. Mas dentre estes amigos, vários eu considero grandes amigos, aqueles com os quais posso contar para qualquer situação e a qualquer momento. Em outras palavras, eu prefiro a qualidade à quantidade. Isto posto, e considerando que a cada pessoa que eu conheço eu fico mais decepcionado com a raça humana, vejo que perdi a vontade de conhecer pessoas novas. Eu já começo com um pé atrás, e em geral as pessoas não me surpreendem. Pelo menos assim elas não me decepcionam, afinal já não esperava nada de bom delas, mesmo. Claro que existem exceções, felizmente.
Ok, eu sei que soou extremamente anti-social, mas não é o caso. Eu trato bem as pessoas que não conheço, apenas não finjo ser amigo de quem eu não sou.
Ultimamente tenho visto muitas pessoas que se dizem amigas de alguém atacando esse alguém pelas costas, deixando-o na mão quando deveriam apoiá-lo. A maioria das pessoas olha demais para o próprio umbigo e não percebe o quão melhor a vida dela pode ficar se ela estender a mão quando um amigo precisar. Esse egoísmo me irrita. Não, ele me enoja, na verdade. O problema é que as pessoas se consideram bem acompanhadas quando têm um número grande de ditos amigos, não importando se são amigos mesmo, colegas ou só conhecidos que fingem ser amigos. E, quando a pessoa precisa, vê que não tem ninguém com quem ela realmente possa contar.
E eu insisto: qualidade, não quantidade...

P.s.: É, estou pouco inspirado hoje.