domingo, 4 de outubro de 2009

Little Darling

Sábado passado fomos ao Little Darling bebemorar o aniversário do Baixinho (que só é baixinho se comparado ao nosso grupo, não à população em geral...). Estava ansioso pra ver como ficara essa casa com a proibição de fumar em ambientes fechados em vigor. E ela ganhou pontos no meu conceito. A banda residente continua a mesma, os drinks continuam os mesmos, inclusive o imbatível V8 (um blend de 8 bebidas diferentes, não me pergunte exatamente quais, que tem gosto e cheiro de gasolina e vem com meia laranja sobre o copo, servido numa bandeja pegando fogo com direito a parada da banda pra tocar uma música cada vez que é servido). Mas o grande senão da casa, a fumaça de cigarro, não se faz mais presente. Que alegria! Sair de lá, entrar no carro e não ficar intoxicado com o cheiro das próprias roupas; poder sair de lá e ir pra outros lugares sem se sentir sujo. Maravilha. Só espero que não seja mais uma lei passageira, que continue em vigor e continue sendo cumprida.
Fui pra Santos ontem a noite, voltei hoje após o almoço, e jajá vou pra minha missa dominical (num barzinho/ padaria) louvar a minha religião, a cerveja.
E ela insiste, é realmente impressionante. E eu cheguei a achar que eu era insistente...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Frase escrota da semana

"Professor, posso só fazer um adendo antes do senhor comentar?" Essa foi foda, o meu grupo de tcc que o diga. Cada uma que a gente tem que aguentar. Não sabe o que falar, CALE A BOCA. Fazer um adendo pra estragar a apresentação de um colega de grupo ao tentar explicar características que já tinham sido alteradas (e que, de tão inteirado no grupo, o infeliz não sabia) foi o fim. Até o outro grupo veio falar que ficou sem graça pela gente... Felizmente o tcc já acabou.
Melhor resposta: "Adendo de c... é r...!", vinda de outro integrante do grupo.
Obs: Qualquer um que tenha feito uma faculdade com número tão reduzido de mulheres como eu fiz está acostumado com este tipo de resposta, já que boa parte do freio moral desaparece.
(A frase parece postagem do @kibeloco no twitter, né?)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Náusea

Sinto náuseas de pensar que algo assim me afetou tanto. Ninguém vale isso. Não posso falar que não serviu pra nada; serviu de mau exemplo, algo com o qual eu aprendi.
E pretendo nunca mais repetir isso, jamais me deixar afetar tanto por alguém.
Conclusão?
Eu devia ter falado com aquela loirinha no domingo...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Tolo

Faz tempo que não escrevo. Viajei, curti, voltei, vivi, tive esperança, me decepcionei. E não veio a inspiração pra escrever aqui. Não é falta de assunto, muito pelo contrário.
Hoje escrevo. Sem inspiração, mas o faço. O final de semana prolongado foi bom, mas ao mesmo tempo decepcionante. Alguns fatos durante a semana passada me fizeram crer que seria um fim de semana memorável, que poderia mudar bastante algumas coisas na minha vida. Mas nada mudou. Aproveitei-o bastante, saí com meu pai, meus amigos, vi filmes, bebi e ri, mas sempre com aquele gosto amargo da frustração na boca. Um gosto que não me deixa esquecer por um minuto o potencial que eu enxergava para estes últimos dias.
A culpa é minha por criar expectativas sobre algo que já ultrapassou a barreira do incerto faz muito tempo, mas que eu não quero largar, desistir. E na última semana eu tive oportunidade de viver e me lembrar dos momentos de felicidade e do quão fácil, natural é viver aquela situação. O problema, que só parece ter aparecido nestes últimos dias, é a reciprocidade; ou melhor, a falta dela.
Eu não gosto de ser ignorado. Espero, ao menos por respeito, alguma resposta quando mando uma mensagem, por exemplo. Já me afastei de pessoas por muito menos, mas não consigo fazer isso nesse caso que descrevo. É, eu estou voltando a um assunto antigo, mas que pra mim não teve um ponto final ainda. Talvez por falta de visão minha.
Algumas coisas são inexplicáveis, como o fato de eu ainda me incomodar com isso. É, eu sou um tolo mesmo, com tantas oportunidades na minha frente tudo o que eu quero é voltar ao passado. E como está difícil mudar isso.
Cada vez fica mais fácil entender o motivo de alguém se isolar do mundo, se afastar das pessoas que conhece e se enfiar, incomunicável, no meio do mato. Mas eu já cheguei à conclusão que eu chegaria se fizesse isso. E a conclusão é o que me incomoda mais hoje.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Nunca é simples...

Parei de enrolar. Quer dizer, saí com ela duas vezes, nos dois últimos finais de semana. Mas não me sinto bem, tenho dificuldade em levar algo que eu sei que não vai dar certo adiante. Eu sei que não vai dar certo porque eu não sinto nada por ela. Ela é muito legal, não tenho nada contra, mas simplesmente não é quem eu procuro, sabe quando "o santo não bate"? E a parte de eu não me sentir bem é porque sinto que estou me aproveitando dela, uma vez que ela demonstra estar muito mais empolgada e querer um relacionamento sério, enquanto eu saio com ela pelo fato de ser conveniente e bom, enquanto estivermos descompromissados e eu não estiver investindo em um relacionamento de verdade. É cruel falar isso, mas é verdade. E eu nunca disse a ela que estava apaixonado ou a iludi dizendo que queria algo sério com ela. Ao menos não menti, apenas calei.

Terminei de assistir à primeira temporada de how i met your mother, e percebi na primeira metade o que alguns amigos que já tinham assistido já sabiam: eu sou o Ted. I overthink. E esse é o meu maior defeito. E pode ser notado até no primeiro parágrafo deste post, uma vez que 90% dos homens estariam só pensando que estão "pegando uma gostosa", com o perdão da palavra, sem se preocupar com as expectativas dela e se o que estão fazendo é sacanagem com ela (bom, quanto à sacanagem, depende de qual dos significados da palavra se escolhe...). Eu penso demais mesmo, mas estou aprendendo a agir mais, acreditando que as consequências não precisam ser sempre as mais desastrosas dentre as tantas possíveis. E está dando certo.

Tirei um dos sisos ontem, o mais simples de tirar, mas o que me incomodava mais. Os outros ficam pra depois da viagem. Ah, a viagem está chegando, e algumas incertezas permanecem. Dentre elas, se vou ficar fora por 15 dias ou por um mês. Um mês seria excepcional. Vou torcer!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Minima (não necessariamente nessa ordem)

O mais impressionante é que eu continuo enrolando e ela ainda insiste! hahahhaha... daqui a pouco vai fazer 3 semanas que eu só enrolo... Aiai... Já estou até me sentindo mal...
Engraçado, algumas pessoas confundem as coisas. Bom, eu já fiz isso. Mas tem gente que insiste em agir como se nada houvesse, como se ainda houvesse da parte dela a mesma consideração de outrora, quando a gente realmente conversava. Por culpa dela, foi-se o tempo...
E, mudando a personagem, eu ainda gosto dela. Não sei por que ela ainda me afeta tanto. Eu não consigo esquecê-la, e ainda sonho com ela fazendo parte do meu presente. Dadas as atuais circunstâncias, parece um sonho distante. Se dependesse só de mim, não seria só um sonho. Mas o destino insiste em pregar peças, e nessa eu caí direitinho. D-oh!

Consideração final: eu odeio bóias de carburadores.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Racional?

Em se tratando de mulheres, a escolha lógica e racional quase nunca é a que eu faço. Qual escolher: a do retorno improvável, a do retorno impossível ou a novidade fácil? Assim parece tão simples, né... mas não é. A novidade, apesar de fácil, não me empolga. Não sei explicar o porquê, mas simplesmente não sinto aquela atração por ela. Já estou enrolando pra sair novamente com ela faz uns dez dias, e as desculpas estão acabando. É, não foi desta vez que conhecer alguém novo ajudou a esquecer o passado. Quem sabe da próxima...
Falando em próxima, não pretendo viajar no feriado. Tenho coisas da viagem de agosto pra discutir e organizar. E, quem sabe, algum barzinho com os fellas...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Sentimentos antagônicos

Nestes últimos dias o único primo que eu tenho da minha idade está em sampa. Fazia um certo tempo que não o via, e na verdade nós não mantemos um contato frequente. Mas tenho saído com ele e sua namorada estes dias, e tem sido ótimo, nos demos muito bem. Não ficou aquela sensação estranha de quando a gente encontra alguém por obrigação, e se força a puxar assunto e ser agradável. Está sendo natural, um bom papo, passeios divertidos. Ao menos pra mim. Muito bom mesmo, espero poder fazer isso mais vezes. Me deixou feliz.

Por outro lado, continuo me decepcionando com algumas pessoas. Como já disse, eu desisti de criar qualquer expectativa de alguma atitude decente da maioria das pessoas, mas de algumas poucas ainda acho que posso esperar algo. Mas a lista destas últimas está cada vez mais sucinta.

Amanhã vou pro iteriorrrr, volto domingo, espero. Casório, serei padrinho. Overdose de família, mas uma família da qual eu gosto muito. Só espero que eu consiga não ficar muito estressado com algumas coisas que já prevejo que acontecerão. Veremos...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Noivado

Fim de semana cansativo, mas muito bom.

Sexta, Morrison Rock Bar com amigos. Bandas muito boas, uma que tocava rock anos 80/90, e em seguida o mesmo elogiado Pearl Jam Cover que tocou quando fui ao Blackmore. Rock'n Roll, jarra de chopp, bar lotado e boa companhia. Ótimo.

Sábado fui acordado as 9h da madrugada (cheguei em casa as 4:30...) para ajudar nos preparativos do almoço de noivado da minha irmã mais velha aqui em casa. Sim, noiva! Almoço muito legal, família reunida para comemorar, tudo correu muito bem. Noivos felizes, champagne, só alegria! Ao terminar o almoço (que se estendeu até a noite), saí e acabei indo a uma baladinha meio rock underground bem legal, apesar da pista muito pequena. Paredes pretas, roupas em sua maioria pretas. Cerveja gelada e boa companhia, foi tudo ótimo também.

Domingo fui acordado pela primeira vez as 6:30 (após ter ido dormir novamente as 4:30) por uma ligação da minha irmã, a do meio, falando que tinham tentado furtar o carro dela, sem sucesso, e o carro não mais ligava. Veio de guincho pra casa. Acordei de vez as 11:30h e fui levar meus quatro avós pra Santos. Chegando lá, assisti ao jogo do Brasil (pq não jogaram o primeiro tempo como jogaram o segundo???), e vim de volta pra Sampa. Como eu odeio subir a serra de domingo. Todo mundo 20km/h abaixo do limite na faixa da esquerda... Boa parte do tempo eu desisti de esperar e vim pela direita, livre, em velocidade próxima ao limite (próxima não necessariamente abaixo...). Fui direto para o já tradicional chopp dominical, desta vez com quorum menor, mas igualmente divertido. E, próximo à meia-noite, voltei pra casa e resolvi tentar fazer o carro da minha irmã ligar (imagina alguém mexendo na parte inferior do painel, embaixo do volante, de um carro parado na rua a essa hora. Tive sorte de não ter sido preso...). E consegui fazê-lo ligar, sem sequelas. =)

E hoje mais uma ótima notícia: o oncologista aumentou a periodicidade dos exames da Pat pra 6 meses, ante os 3 meses habituais. Bom sinal. =D

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Meio termo

É difícil achar um ponto ideal. Pra mim, ao menos. Eu sempre erro ao falar demais ou ao calar demais. Eu calo quando deveria me impor, o que me faz muitas vezes aceitar coisas que não são de minha responsabilidade ou culpa. Eu sempre fui assim. Com o tempo, tentei melhorar e expor meus pensamentos e opiniões. Muitas vezes funciona, o problema é quando falo mais do que eu deveria. Acabo fazendo uma brincadeira meio pesada com quem não tenho suficiente intimidade, acabo contando mais sobre a minha vida do que eu deveria pra determinada pessoa, acabo magoando quem eu deveria mais prezar. Isso custa caro. Preciso encontrar o balanço ideal logo.

Me sinto mais leve hoje. Aliviado por ter contado pra alguém e feliz por estar sendo verdadeiro e perceber que as coisas fluem, mudam, evoluem. Obrigado por ouvir e não me matar...