sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Vida nova, mas nada a ver com o ano novo...

E o ano começou.
Passei o Réveillon em Sampa mesmo, com alguns poucos amigos, minha mãe e uma tia aqui em casa. Comemos, bebemos, jogamos pôquer, batemos papo, rimos. Um bom começo de ano, definitivamente.

Já na segunda semana reencontrei uma pessoa que havia conhecido brevemente no ano passado. Bem brevemente, apenas comprimentos trocados, em duas ocasiões. Mas desta vez foi diferente; conversamos, demos risada, dei dois "foras" homéricos com ela em poucas horas. E, quem diria, mesmo após esses tropeços, nos entregamos a algo que parecia complicado, até improvável. Mas está sendo incrivelmente natural, gostoso, ao menos pra mim.
Eu digo complicado mas na verdade não é nada demais, é só o fato de ela ser cunhada de um amigo meu de longa data, com quem mantenho e sempre mantive muito contato; um verdadeiro irmão. Eu já conhecia a mãe dela, já tinha visitado sua casa mesmo antes de começarmos a sair. Ah, e o fato de ela ser mais nova que eu, mas nada que me torne um pedófilo. Aliás, felizmente ela é bem madura, bem pé no chão. Acho que mais até do que eu era na idade dela. Fato raro nestes tempos de jovens mimadas e instáveis.
Fazia um certo tempo que eu não pedia alguém em namoro, ou sequer tinha vontade de fazê-lo. Mas nos demos tão bem tão rápido, parece que convivemos faz tempo, que resolvi fazê-lo após poucos dias de intensa convivência. E agora estamos nos conhecendo melhor, já como namorados.
Ela já conheceu minha mãe, que, claro, já soltou uma de suas pérolas que me dão vontade de não trazer ninguém nunca mais pra casa quando ela está. Apesar de ela negar que seja esta a intenção, é o que esse tipo de atitude dela tem provocado. E depois reclama que ninguém fica em casa...

Final de semana chegando, dessa vez sem nenhum churrasco marcado (ainda), um fato felizmente raro neste ano. A única certeza deste final de semana é mesmo a chuva.

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