Algumas coisas me irritam. E muito.
Um texto mal escrito, por exemplo. Seja por ser confuso, pouco objetivo ou simplesmente por não respeitar nenhuma regra ortográfica e/ou gramatical. Não é irritante ter que reler um texto (ou um simples comentário em alguma foto no orkut) três vezes para tentar entender o que algum semi-analfabeto quis dizer, e muitas vezes ainda não ter certeza de ter entendido corretamente?
Ainda no campo de erros gramaticais, uma coisa que me deixa de muito mau humor é ouvir o incauto que anuncia ofertas através de um microfone dentro de uma loja, principalmente em supermercados. É impressionante a capacidade que essas pessoas têm de errar todas as concordâncias em número e grau. Aliás, este é o motivo de eu ter deixado de frequentar um supermercado próximo a minha casa, apesar da proximidade e da variedade que ele oferece. Só vou lá mesmo em último caso. Eu não sei como um gerente ou alguém que trabalhe lá e tenha um pouco mais de instrução não toma alguma atitude. Ou talvez seja alguma estratégia de marketing para... para... bom, não consigo encontrar uma explicação lógica.
Outra coisa que tem me deixado irritado ultimamente é ter que "fazer sala" ou fingir que gosto de alguém que eu não conheço, ou mesmo não gosto, só para não parecer rude. Eu vou ser sincero: eu tenho um número razoável de amigos, advindos principalmente da época do colégio e da faculdade. Longe de ser um número grande, afinal nunca fui dos mais extrovertidos. Mas dentre estes amigos, vários eu considero grandes amigos, aqueles com os quais posso contar para qualquer situação e a qualquer momento. Em outras palavras, eu prefiro a qualidade à quantidade. Isto posto, e considerando que a cada pessoa que eu conheço eu fico mais decepcionado com a raça humana, vejo que perdi a vontade de conhecer pessoas novas. Eu já começo com um pé atrás, e em geral as pessoas não me surpreendem. Pelo menos assim elas não me decepcionam, afinal já não esperava nada de bom delas, mesmo. Claro que existem exceções, felizmente.
Ok, eu sei que soou extremamente anti-social, mas não é o caso. Eu trato bem as pessoas que não conheço, apenas não finjo ser amigo de quem eu não sou.
Ultimamente tenho visto muitas pessoas que se dizem amigas de alguém atacando esse alguém pelas costas, deixando-o na mão quando deveriam apoiá-lo. A maioria das pessoas olha demais para o próprio umbigo e não percebe o quão melhor a vida dela pode ficar se ela estender a mão quando um amigo precisar. Esse egoísmo me irrita. Não, ele me enoja, na verdade. O problema é que as pessoas se consideram bem acompanhadas quando têm um número grande de ditos amigos, não importando se são amigos mesmo, colegas ou só conhecidos que fingem ser amigos. E, quando a pessoa precisa, vê que não tem ninguém com quem ela realmente possa contar.
E eu insisto: qualidade, não quantidade...
P.s.: É, estou pouco inspirado hoje.
Um texto mal escrito, por exemplo. Seja por ser confuso, pouco objetivo ou simplesmente por não respeitar nenhuma regra ortográfica e/ou gramatical. Não é irritante ter que reler um texto (ou um simples comentário em alguma foto no orkut) três vezes para tentar entender o que algum semi-analfabeto quis dizer, e muitas vezes ainda não ter certeza de ter entendido corretamente?
Ainda no campo de erros gramaticais, uma coisa que me deixa de muito mau humor é ouvir o incauto que anuncia ofertas através de um microfone dentro de uma loja, principalmente em supermercados. É impressionante a capacidade que essas pessoas têm de errar todas as concordâncias em número e grau. Aliás, este é o motivo de eu ter deixado de frequentar um supermercado próximo a minha casa, apesar da proximidade e da variedade que ele oferece. Só vou lá mesmo em último caso. Eu não sei como um gerente ou alguém que trabalhe lá e tenha um pouco mais de instrução não toma alguma atitude. Ou talvez seja alguma estratégia de marketing para... para... bom, não consigo encontrar uma explicação lógica.
Outra coisa que tem me deixado irritado ultimamente é ter que "fazer sala" ou fingir que gosto de alguém que eu não conheço, ou mesmo não gosto, só para não parecer rude. Eu vou ser sincero: eu tenho um número razoável de amigos, advindos principalmente da época do colégio e da faculdade. Longe de ser um número grande, afinal nunca fui dos mais extrovertidos. Mas dentre estes amigos, vários eu considero grandes amigos, aqueles com os quais posso contar para qualquer situação e a qualquer momento. Em outras palavras, eu prefiro a qualidade à quantidade. Isto posto, e considerando que a cada pessoa que eu conheço eu fico mais decepcionado com a raça humana, vejo que perdi a vontade de conhecer pessoas novas. Eu já começo com um pé atrás, e em geral as pessoas não me surpreendem. Pelo menos assim elas não me decepcionam, afinal já não esperava nada de bom delas, mesmo. Claro que existem exceções, felizmente.
Ok, eu sei que soou extremamente anti-social, mas não é o caso. Eu trato bem as pessoas que não conheço, apenas não finjo ser amigo de quem eu não sou.
Ultimamente tenho visto muitas pessoas que se dizem amigas de alguém atacando esse alguém pelas costas, deixando-o na mão quando deveriam apoiá-lo. A maioria das pessoas olha demais para o próprio umbigo e não percebe o quão melhor a vida dela pode ficar se ela estender a mão quando um amigo precisar. Esse egoísmo me irrita. Não, ele me enoja, na verdade. O problema é que as pessoas se consideram bem acompanhadas quando têm um número grande de ditos amigos, não importando se são amigos mesmo, colegas ou só conhecidos que fingem ser amigos. E, quando a pessoa precisa, vê que não tem ninguém com quem ela realmente possa contar.
E eu insisto: qualidade, não quantidade...
P.s.: É, estou pouco inspirado hoje.
Vocé é ranzinza mesmo, mas a gente se entende.
ResponderExcluirE é sempre bom arrotar o que tá dentro, pra não deixar que atrapalhe o almoço, certo?
(e viva o duplo sentido!)
Boa semana xuxu!